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Ah, dói né? AINDA BEM QUE PASSA!

Eu tento realmente proteger meu coração de muitas coisas, mas não tem algumas coisas que simplesmente parecem que nos tornam indefesos?

Imagem de Alexas por Pixabay

Eu tento realmente proteger meu coração de muitas coisas, mas não tem algumas coisas que simplesmente parecem que nos tornam indefesos?

Não consegui me defender dos olhos, nem da voz ou do cheiro e nem daquelas promessas, ah, as promessas, já falei bastante sobre isso. Aprendi desde pequeno que a gente cumpre as promessas que faz.

Ah, dói né? Dói ficar pra trás, dói ser substituível. Dói ver aquela foto do novo casal passar na sua timeline porque algum amigo – desamigo – curtiu.

Dói lembrar, dói esquecer. Não é uma dor extrema ou eterna, tá mais pra umas fincadas esporádicas, como quando a gente pisa num percevejo sem se dar conta e daqui a pouco começa a doer.

Dói, dói, não precisa esconder. Ninguém precisa fingir que não dói. Ninguém precisa sorrir e dizer: - Capaz, nem lembro mais.

Lembra sim, não minta pra mim, sou expert nisso. Fico sempre pra trás. Ou pra frente, vá saber.

Não me entra na cabeça, e espero sinceramente que nunca entre, esse tal fato de dizer coisas que não vão acontecer. Seu eu quero eu digo sim, se não quero já trato de dizer não, enrolação é coisa de ser humano? Não deveria. Deveria de ser coisa de bichinho de estimação.

Dói como uma cariesinha. Dói como uma espinha, eca! Dói mesmo, até que se arranque ou até que se arrebente. Que se arrebente o coração da gente.

Ah, dói tá? Dói você dizer que vai buscar Deus num ano da sua vida e que não quer compromisso com ninguém e na metade do ano aparecer de mãos dadas com outro alguém. Dói você dizer que não quer mais ninguém na tua vida e de repente tá lá no shopping comendo MC.

Ah, dói tá? Mas passa – A-I-N-D-A-B-E-M. Passa mesmo, aleluia! Passa como um longo suspiro dado, passa como a nuvem nublada, passa como o caminhão do lixo, aliás, você vai junto com ele. RÁ!

Dói tá? Mas obrigado, doer torna a gente mais forte, nos faz mestres em saber a verdade só com um olhar, a mentira só com a voz. Torna a gente mais leve por aprendemos a nos amar primeiro, transforma a gente num tal serzinho que aqui vou chamar de: ~gente que aprendeu a superar lixinho.


Vai doer como um percevejo no pé ainda? Talvez, mas é bem facilzinho arrancar e jogar longe.




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